Milho aos Pombos

Ele garante que lhe garantiram, ele surpreende-se com o que já sabe, ele fala quando nada tem a dizer e cala-se quando muito há por explicar. Atempadamente nos explica e avisa. Apela aos consensos em geral e à continuidade da paz podre em particular. É um legitimo porta-voz da subserviência ante os mercados. milho-ao-pombosCelebra os feitos nacionais e critica despudoradamente os inventores da democracia. Lá na sua azáfama consegue condecorar os seus, e borrifar-se para o galardoado com um Grammy. Ninguém fala nisso porque não só está no seu direito de preservar ódios de estimação, como (reconheço) é brilhante na gestão do tempo. Normalmente basta-lhe fingir de morto um mês. Compreendo, é o presidente da minoria que nele votou (aproveito para agradecer a quem se absteve).

Enfim, tanto que fica por relatar sobre o seu rasto. Juro que a cada dedicatória penso: é a ultima, já não há pachorra. Eu bem tento, mas hoje não contenho o ímpeto. Não é que o homem resolveu dar milho aos pombos? Já se sabe que quem o feio ama bonito lhe parece, mas há limites, ou pelo menos deveria haver. Saberá quão perigosas podem ser estas aves?

HSBC – Reportagem em directo

JRS_Genebra

Formatado na BBC, pivô de noticiário televisivo há mais anos em actividade, o homem-sensação, aquele que em directo nos relatou a primeira guerra do golfo, mantém hoje intactas as qualidades de sempre.

Esteve na Grécia. Acompanhou as eleições, mas teve tempo para mais. Para muito mais. Sério, integro e vertical, trabalhou! Relatou as descobertas após intensa investigação. Descobriu paralíticos que andavam, corrupção diversa e o ócio generalizado. Não fica calado perante a verdade. Doa a quem doer. Nada teme. Escreve livros sobre tudo, mas não diz nada. Não obstante, como jornalista é um exemplo de seriedade.

Hoje está na Suíça. Consta que pernoitou junto à margem do rio Ródano, em plena doca “des Bergues”. O telespectador merece e corresponde ao espírito de sacrifício do jornalista. Aguardamos (todos!) com enorme expectativa o imparcial e rigoroso relato que esta noite nos fará sobre a criatividade helvética, bem como o nome dos nossos 200 concidadãos que se deixaram enganar pelos malandros de Genebra. Aposto que também nos falará dos perdões fiscais domésticos.

Decididamente um directo a não perder…

O parecer ser Português

Neste novo Portugal

há que parecer ser infeliz para garantir RSI

há que parecer ser alguém prestes a morrer para ter alguma hipótese de viver

há que parecer ser verdadeiramente especial para ter direito a acompanhamento especial

há que parecer ser uma actividade profissional para ter direito a remuneração

há que parecer ser inocente para afastar toda e qualquer suspeita

há que parecer ser Charlie para estar acima de todos os Charlies

há que parecer ser o menino certinho para continuar a ser o preferido da mamã

há que parecer ser o menino rebelde para tentar ser o preferido dos portugueses

há que parecer ser uma economia em crescimento para enriquecer a nação

E afinal o que é o novo ser Português?

Espero que acima de tudo apenas o parecer do velho “estou-me cagando”

MENSAGEM DE REFLEXÃO: VOCÊ É ESPELHO

Concorrência

Entre nós, país civilizado, ocidental, democrático e genericamente “livre”, existem os chamados reguladores sectoriais. São muito importantes, pois garantem a equidade entre os agentes dos diferentes sectores, bem como a salvaguarda dos direitos dos consumidores. Sobre todos eles paira a soberana Autoridade da Concorrência (AdC). Assim é há 12 anos. É ou não é uma maravilha? Haverá algo mais bonito que o regular funcionamento das instituições?…

Fomos ontem brindados com um extraordinário exemplo de zelo por parte da AdC. Em ano de eleições, e que por mera coincidência antecede a liberalização dos mercados energéticos, eis a coima inspiradora. Não é todos os dias que uma empresa é penalizada por conduta imprópria. Nada de sensacionalismos, nada de precipitações. A AdC observou pacientemente a actuação do prevaricador durante os últimos 15 anos. Saliente-se, a penalização é uma medida extrema, mas ponderada. O valor da coima não foi definido arbitrariamente, e muito menos tendo em vista os títulos dos jornais. Nem pensar. Apesar de o comunicado não explicar os critérios na definição do valor, estou certo que a AdC não está a fazer concorrência a nenhuma das instituições nacionais. Seria um contra-senso, aliás, inédito entre nós!

Bom, e então qual o crime? Parece que uma grande e poderosa empresa tem feito batota. Impede os seus revendedores de competirem entre si. Já se sabe, as pequenas e médias empresas em Portugal são sempre muito rentáveis. É. Pagam milhões em IRC. E porquê? Bem, porque têm margens de comercialização imorais. Uma vergonha! É necessário, é urgente promover a concorrência entre elas. Só assim poderão baixar os preços. Bem, a AdC sempre vai avisando que tal pode não acontecer, mas ninguém lhe poderá retirar o mérito de tentar. Aposto que a grande empresa vai pagar a coima (se é que já não pagou), e vai obviamente alterar as suas más práticas o quanto antes.

Estou de tal forma animado com a faceta inclusiva das nossas instituições reguladoras e de supervisão, que até já estou entusiasmado com o futuro. Só de pensar que daqui a (apenas) uma dúzia de anos a ERSE ou mesmo a AdC vão descobrir que o Sistema Petrolífero Nacional (SPN) apenas dispõe de duas refinarias, e que só por mero acaso são ambas da grande empresa agora severamente penalizada. Sejamos humildes, primeiro corrigem-se os grandes males, como o cartel da venda de botijas do gás, só depois nos poderemos debruçar sobre essas questões menores a montante, como a transformação de matérias-primas.

tiro-no-pe

D’armas Imobiliária, SMI

Castelo-do-Queijo

Zé, a guiar, foi à biblioteca e descobriu um livro. Percebeu nesse instante: “é por aqui” – Compreendeu estar perante uma das mais importantes obras da nossa história militar – o Livro das Fortalezas, da autoria de Duarte d’Armas, obra Manuelina que descreve e ilustra pormenorizadamente as 56 fortificações que no inicio do século XVI defendiam a raia.

A descoberta não poderia ser mais oportuna. Consta que existem por aí uns equipamentos porreiros, a bom preço. Há peixes voadores dinamarqueses e até a hipótese de uma estreia absoluta, o nosso primeiro anfíbio para salvarmos o arquipélago das Selvagens. Preocupado? Calma, nada como vimos no passado. Desta feita os processos serão conduzidos sem ajuda de consultores ou especialistas em financiamentos. Então? Há dinheiro para a entrada, o resto será a prestações. Mas há dinheiro em caixa? Não, mas há património. Vendam-se as fortalezas! Ficam umas da raia, e vendem-se umas quantas no litoral, sem qualquer interesse estratégico militar. O Castelo do Queijo, por exemplo.

Serenidade é preciso. Quem diz vender, diz arrendar, concessionar. Assim, compramos os novos equipamentos, mas os amigos mais empreendedores não terão que desembolsar verbas por ai além significativas. E aos incautos o estado pode sempre garantir que não vendeu os anéis. Claro, também poderá ocorrer uma ou outra permuta, mas nada que prejudique o património. São decisores sérios, jamais aceitarão qualquer permuta que não seja vantajosa para a nação. Empreender sim, mas não à custa do estado. Nunca tal entre nós aconteceu! Os jornalistas sérios e íntegros não deixam, e os contribuintes também não.

Aquele cujo apelido designa todas as cores do espectro óptico, garante que por cá há juízo e gente séria, não somos como outros países, onde precocemente se celebra a democracia, mas onde falta dinheiro para a manutenção dos equipamentos militares. Nós não, nós não somos nem corruptos nem incompetentes. Muito menos mentirosos. Ao invés do passado recente, são os outros que tremem.

Syriza in your dreams

A Grécia chegou ao ponto em que para os eleitores o medo do conhecido suplanta o medo do desconhecido. São os novos descobrimentos, o desbravar de novas vias políticas e sociais mesmo que sob ameça das terríveis e mitológicas consequências que habitam nessas paragens.

Oh, que povo esse, capaz de se lançar ao sabor dos ventos, preparado para lutar e dobrar o austero cabo das tormentas! Haverá, ou terá alguma vez havido, no mundo, outro povo assim? Há quem diga que sim. Pessoalmente creio que não. Não passam de lendas, nada mais do que lendas.

Desde os tempos de Esparta que não se via tamanha valentia e fibra guerreira no povo Grego, que se revela maioritariamente Charlie, protegendo a sua democracia da melhor forma possível, penalizando aqueles que os conduziram ao seu presente estado de desgraça.

Tiro-lhes o chapéu. Hoje os grandes jokers Europeus engolem em seco perante tamanho ás de trunfo. Agendem-se as calendas pois inevitavelmente a Grécia torna-se hoje um imenso cavalo de Troia que forçará a negociação de um novo cenário que agrade a Gregos e a Troikanos.

Keith Thompson Art - Trojan Horse

Pedagogia dos Pequeninos

O “novo” ministro da economia é um mestre da dicção. Não há quem lhe peça explicações do tipo “como se eu tivesse 3 anos”. A redundância intimida. Será?

Haja coerência, se o (des)governo tem ideais liberais, não pode, não deve (jamais!), interferir nos negócios. Sejam quais forem. É por isso que nenhum membro do executivo se manifestou sobre a venda da PT. É bonito. O facto de apenas existir uma proposta, o facto de todas as outras terem sido preteridas nada nos diz sobre as declarações do ministro da economia. Afirmar que a PT “merece ter accionistas que a valorizem e lhe dêem estabilidade” é apenas um estimulo à boa gestão. Está correcto o português. É em francês que surgem duvidas. Afirmar “Je suis Altice” pode não ser muito prudente. Então? Foi apenas mais um pequeno incidente de tradução. Compreende-se. Sensacionalismos gauleses… Já entre nós, a seriedade na imprensa é obvia. Basta observar o relato da Assembleia Geral da PT SGPS: Presente 44% do capital, 97,8% votou favoravelmente à venda, ou seja, um pouco menos de metade do capital da empresa, mas ainda assim é possível produzir títulos como “Decisão quase unânime“.

Perante isto, concluo: A dicção do ministro, (afinal) está correcta.

Portugal dos Pequeninos

 

Deambulações à Esquerda

A Comissão dinamizadora do Movimento Juntos Podemos retirou-se e parece que a coisa não acabou nada bem. O colectivo da revista Rubra seguiu-lhes as pisadas e bateu com a porta. Confesso que não fui às reuniões posteriores à assembleia e não acompanhei o desenrolar de toda uma racha que se voltou a abrir entre os movimentos sociais em Portugal. O certo é que a coisa foi tão boa ou tão má, que a polémica tem feito bater os teclados nos blogues… E eu depois de umas gargalhadas cá venho humildemente, aqui que ninguém nos lê, rabiscar umas coisas.

Tal não é coisa que se estranhe. A Comissão Dinamizadora acusa o MAS (Movimento de Alternativa Socialista) de querer dominar o movimento. O MAS e o João Labrincha (da Academia Cidadã) acusam o PCP de boicotar o Juntos Podemos. Enfim… não se percebe patavina. Entendo que não fique bem haver partidos dentro de um partido (mas o Juntos Podemos já era partido e ninguém avisou?), mas não creio que isso fosse razão de cisão. O MAS não teve grande expressão nas últimas eleições, e não vejo como de tão pequeno tenha aspirações gigantes. E também não percebo o que raio impede pessoas de um partido ajudarem à criação de um movimento. Se formos por aí, todos os movimentos socias têm partido de militantes de partidos políticos. A questão é que o MAS se precipitou a tornar pública a sua integração num movimento que agora surge. Foi ingenuidade. E creio que o MAS é constituído por pessoas que querem mesmo mudar isto, e que se enquanto partido não o conseguem fazer sozinho, juntam-se a quem quer participar dessa mudança. Já as acusações ao PCP não as entendo…

Mas talvez a quem criou o Movimento Juntos Podemos, com intenções claramente eleitorais, não ficasse bem ficar ligado a um anão político como o MAS, que faz barulho nas manifestações, que é mal comportado, mas que não tem medo de assumir o que pensa, como prisão para quem roubou e endividou o país, o regresso da moeda nacional etc… Não fica bem ficar ligado a um partido que não cede aos jogos políticos, que é pequeno e que tem tanta coisa ainda para maturar. Mas que tem uma coisa, vontade de mudar, sangue na guelra, amor para transformar e raiva para lutar. E é o que no fundo todos têm. O que eles não têm é medo da explosão e da falta de controlo. E falta-lhes alguns traços característicos dos esquerdistas. Talvez essa seja a real questão: não nasce das fileiras intelectuais, não é snob o suficiente para debater filosofia politica, não está ligado directamente ao meio académico, não participa nos blogues “bem” da esquerda, e isso torna-o menor aos olhos das corujas da esquerda.

A questão talvez seja o protagonismo e o sentimento de posse por parte de quem cria os movimentos e que os deseja controlar. O sentimento de altruísmo e desapego é importante. A tolerância (que é escassa) é essencial… e não é à mínima coisa que se começa aos berros, em acusações e insultos. E outra coisa, a esquerda em Portugal ainda tem traços de hereditariedade. Ainda fica bem e dá estatuto ser filho de comunistas perseguidos, de sindicalistas assassinados, de anarquistas resistentes e inspiradores. Muitos ainda se legitimam nessa herança de família, na cultura desde o berço da esquerda, da ditadura que não viveram mas ouviram contar na primeira pessoa. Isso é interessante, valoriza o próprio, mas não legitima os propósitos! E assim se vai limitando a orientação dos movimentos sociais, porque as pessoas que os dirigem pertencem a uma elite criada no pós 25 de Abril, e ainda que arreigada a ideais hoje assaltados, mantém-se numa posição de conforto na situação actual.

E a questão é que se tem sido muito tímido em questões de se deixar levar os movimentos sociais avante. O QSLT era altamente fechado e secreto, não se abria a novos membros e só por convite expresso é que se poderia participar nas reuniões. Quando aquilo esteve a morrer com a debandada de muitos elementos decidiram fazer umas reuniões mais abertas, mas muito a medo… Tinham por único objectivo fazer Grandes Manifestações. Nada mais. Foram bons nisso. Mas poderiam ter sido muito mais audazes, mas a audácia eles negaram quando isso lhes poderia retirar a participação popular nas ruas ou o comprometimento em determinadas questões. Senão fossem os devisionismos e os assombros da falta de controlo teríamos hoje um outro tipo de movimentos sociais, mais maduros, com mais gente, a atraírem mais pessoas e com um outro tipo de actuação. Em vez disso, a Troika não se lixou, foi-se embora pelo próprio pé e os mesmos que criaram o QSLT mudaram-se para o POT. Há sempre qualquer coisa que impede que se arrisque e se avance, então nunca se sai da zona de conforto. É confortável para muitos andarmos na eterna guerrilha entre esquerdas, divisionismos, acusações baratas… E assim tudo isto mantém a ordem actual das coisas e enquanto se discute o que divide a esquerda (que todos já estamos fartos de saber) não se discute aquilo que a une.

E sempre que os problemas dos esquerdismos aparecem eu recordo o momento em que percebi o Álvaro Cunhal:

“No papel é fácil escrever e ao microfone é fácil gritar: “chegou a hora do assalto final!” Para o assalto final, não basta escrever ou gritar. É preciso, além de condições objectivas, que exista uma força material, a força organizada, para se lançar ao assalto, ou seja, um exército político ligado às massas e as massas radicalizadas, dispostas e preparadas para a luta pelo poder, para a insurreição (…) Os radicais pequeno-burgueses são incapazes de compreender que os objectivos fundamentais da revolução não se alcançam reclamando-os, mas conquistando-os.” 

Álvaro Cunhal, «O Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista», 1970.

E é impossível não concordar com Cunhal nisto. E verdade seja dita já vi pessoas ligadas ao BE a tentarem dominar e conduzir acções  (até na defesa dos direitos dos animais) mas nunca vi nenhum comunista impor o seu ponto de vista.

Todavia e agora sem Joana Amaral Dias para fazer “vistassa” aos olhos de homens mais vulneráveis aos encantos femininos, o Movimentos Juntos Podemos irá continuar. Parece-me que mais do que nunca avançará determinado à luta eleitoral. Foi hoje, na Ler Devagar, a reunião de preparação para a assembleia cidadã no Porto. Não estive presente e apesar de não pretender alterar as minhas intenções de voto, mas admitindo que há uma larga maioria que não se sente representada, e dado que o movimento avançará, convido todos a estarem atentos.

Espero sinceramente que mais do que um partido, não deixem morrer um movimento que pode colher a simpatia e a mobilização social para a transformação social urgente em Portugal. Porque há muito a fazer, famílias a serem despejadas, desempregados sem esperança, trabalhadores que não se conseguem sustentar com o salário que ganham, o SNS a colapsar, a TAP a ser vendida, a PT que já foi vendida e está agora à vista o resultado da privatização, a justiça inoperante, o ensino a ser precarizado, teatros a fecharem, conservatórios sem terem como abrir no dia seguinte, os transportes a ser literalmente gozados pelo governo, a RTP idem idem… E isto em parte porque temos permitido!

‘O sole mio

António Costa

Ouço ao longe os acordes da canção napolitana, mas as palavras são outras. Nem literais sobre o astro, nem figurativas sobre uma mulher. Não é esperança nem desejo, é um plano, uma estratégia com cabeça tronco e membros (ou não!). Eis como encaixam as notas desta melodia.

lisboa_cheias_2014Começou pelo plano pedonal. A impermeabilidade dos solos foi a primeira pista sobre o futuro. Depois as polemicas declarações sobre a inevitabilidade das cheias em dias de borrasca. Ontem, o centro da cidade de Lisboa foi interditado ao transito de automóveis “menos recentes” (anteriores ao ano 2000). Porquê? Bom, tal como a figura ilustra, a flutuabilidade destes veículos deixa muito a desejar. Constituem uma perigosa ameaça à navegabilidade das ruas desta nossa cidade-museu, qual Veneza atlântica para turista ver. Low cost, claro.

E o País? A Europa? Calma, ainda não é este o momento, mas é obvio que o gondoleiro do Rossio tem justas ambições internacionais. Como dizia o poeta, “Pelo Tejo Vai-se para o Mundo”!

As palavras que ouço são na língua de Shakespeare, mas com pronuncia do Mississípi. A melodia é a de sempre. O Costa canta “It’s Now or Never“…

Onde Está Wally?

topo

Foi em 1987 que Martin Handford publicou o primeiro livro da colecção “Onde está Wally?”. O enorme sucesso junto de graúdos e miúdos não evitou que na América do Norte lhe mudassem o nome para Waldo, mas não foi só por lá que lhe mudaram o nome…

2b

A genialidade está no entretenimento que estes livros nos proporcionam. São uma excelente forma de nos alienarmos de problemas ou preocupações. Os desenhos são de tal forma ricos em pormenores, que encontrar o herói é uma tarefa que requer um nível de concentração elevado. Mudar a perspectiva de observação, por vezes ajuda.

1b

A Wenda, o Sábio de Barbas ou qualquer um dos membros do grupo de fãs partilha cores, texturas e padrões com o nosso herói. Torna ainda mais difícil a tarefa de identificar cada um deles. A verdade nem sempre é aquilo que parece.

invasao