Category Archives: Escárnio e mal-dizer

*** PROGRAMA DA TROIKA ***

*** BEM-VINDO À INSTALAÇÃO DO PROGRAMA DA TROIKA ***

Antes de mais queira saber que lamentamos ter chegado ao ponto de ser necessária a nossa intervenção para recuperar a operacionalidade total dos seus recursos disponíveis. Provavelmente terá descurado a administração de sistemas ou sofrido da infecção por viroses que desviam e absorvem toda a energia produtiva via sugadouros obscuros.

Felizmente tomou a decisão acertada ao recorrer ao nosso programa para correcção de erros e recuperação de danos causados pela sua desleixada gestão autónoma. Beneficie de décadas de experiência acumulada onde temos crescido com os nossos próprios erros.

Contudo devemos preveni-lo que trabalhamos em baixo nível, usando um low profile de sistema e executando mudanças estruturais muito para além do ponto de restauro de segurança. Existem riscos e eventos inesperados que podem levar este programa a danificar o seu sistema.

Tem a certeza que quer instalar este programa?
> Sim_

Detectamos a execução de firewalls e antivirus. Para evitar falsos alertas o Programa da Troika terá de desligar todo o tipo de programas de regulação, monitorização e protecção contra ameças externas. Deseja continuar a instalação?
> Sim_

Desinstalando todo o tipo de Firewalls e Antí-Virus existentes no sistema……. OK

A Troika está a analisar os seus recursos………. !!! ………. ??? ………. €€€ …….

Detectamos uma série de pastas escondidas que ocupam um grande número de recursos disponíveis. Pretende
[1] tornar essas pastas visíveis para análise e histórico do desperdício em termos de volume e autores do seu consumo
[2] remover pastas sem manutenção de histórico impossibilitando apuramento de acontecimentos e responsabilidades
> 2_
Removendo pastas invisíveis……………….. OK
A Troika está a analisar os seus recursos…………………… recursos insuficientes para a instalação!

Para garantir o sucesso da instalação será necessária a remoção de parte ou da totalidade dos seus ficheiro pessoais e essenciais sem garantias de backup. Deseja continuar a instalação?
> Sim_

Obrigado pela solícita autorização expressa para a instalação do Programa da Troika!
Por precaução e para evitar a contaminação do novo sistema procederemos a uma formatação total do sistema actual.

Formatando………. OK
Alocando recursos necessários para execução do sistema operativo….. OK
Estabelecendo novas políticas e regras de funcionamento….. OK
Instalando agentes necessários para monitorização…….. OK

Parabens! O seu novo sistema operativo está devidamente instalado! Para garantir o seu correcto funcionamento não terá permissões para instalar qualquer outro tipo de programa.
> abrir pasta pessoal_
ERRO: Pasta não existente!
> abrir rede social_
ERRO: Pasta não existente!
> criar pasta pessoal_
ERRO: não tem permissões para criar pastas pessoais
> criar pasta qualquer_
ERRO: não tem permissões para criar pastas quaisquer
> help_
ERRO: comando não reconhecido
> uninstall_
Confirma que pretende a saída do Programa da Troika?
> Sim_

Removendo ficheiros do programa da Troika………OK
Preparando sistema para facilitar futura instalação do programa da Troika……OK
O programa da Troika terminou a sua saída limpa.
Após o reiniciar proceda à instalação de novo sistema operativo.

Loading…………
ERRO: não existe um sistema operativo instalado!
> D:\luzfundotunel\install.exe_

*** BEM-VINDO À INSTALAÇÃO DA LUZ AO FUNDO DO TÚNEL ***
O sistema operativo Luz ao Fundo do Túnel é um software gratuito construído por todos para todos. Garantimos governação e operacionalidade sem custos externos nem desperdício de recursos.

Estamos a analisar os seus recursos……………………………………………………
ERRO: Insuficiência de recursos ou recursos existentes irremediavelmente danificados!

> D:\programatroika\reinstall.exe_

Está bom de Sal?

O caldo reduz em lume brando. Ingredientes? Os tradicionais. Nutrição, eis a questão. O segredo do caldo está na forma como é servido. Da panela para a terrina nada se perde, mas da terrina para o prato e da colher até à boca, tudo pode acontecer. A uns, poucos, calham nutritivas porções, aos outros, água, ou mesmo nada. Com sorte, mata-se a sede.

caldo
Então e a nutrição? É a que temos. Metade dos comensais, ilustres eleitores e contribuintes, contribui mas não vota. Paga, mas não opina. Essa “coisa” da distribuição dos rendimentos não lhes diz respeito. Ciclos viciosos? Promiscuidade entre politica e economia? Sim, claro que sim, mas votar nem pensar. Afinal quem rebate a famosa frase “são todos iguais, querem é tacho”? Ninguém! Como pode uma população ser simultaneamente tão sábia na análise e tão burra na acção. Não vota, entrega o tacho. Assim sendo, os tais bem nutridos, comem, repetem e ainda contemplam a nossa busca por migalhas enquanto saboreiam a sobremesa. Salgado sai, bem nutrido, entrega o tacho. Mas isto insonso não fica. Entram os profissionais, os tecnocratas. Parece que o amadorismo dos que saem não lhe correu particularmente mal. Há rumores sobre reformas um tudo-nada acima da media. Teremos novos “Chefs” da panela-de-pressão. Dizem que assim se garante a solidez do banco. Isso! Um grupo é um grupo, um banco é um banco. Mesmo que o primeiro se sente no segundo, ou vice-versa. Semelhanças só nas cores e no nome. De resto, qual parvalorem, o mal para um lado, o bem para o outro. Onde é que já vimos isto? É uma questão privada, logicamente, decidem os accionistas. Está certo. Soberanos na sua decisão, optam por imitar os chineses. Escolhem alguém que tenha recusado oCALMA cargo de ministro das finanças, alguém sério e idóneo. Imparidades? Poucas, nada que os fundos públicos não possam cobrir, nem que seja pedindo emprestado.

E que outras  iguarias se preparam neste grande concurso de cozinha tradicional? Um pouco de tudo, desde votar contra o cozinhado italiano sobre o pacto orçamental, passando pela adorável disputa ao lugar de alcaide do castelo do rato, até à privatização da Imprensa Nacional Casa da Moeda. Diz que dá lucro. Imagine-se a vergonha, uma empresa de capitais públicos que dá lucro! O que fazer? Vender! Que tal “a investidores institucionais”? Singelo eufemismo para “a quem mais nos convier”. Nada como agradar aos accionistas mesmo antes de estes o serem. Tudo legal, tudo legítimo, pois a posteriori saberão nomear as pessoas certas, os profissionais! Sal quanto baste para durar mais uma legislatura. Não votem, não atrapalhem os mestres da culinária.

Dança com Antónios

Antes de mais um mea culpa.

Não tenho cumprido com o meu dever de agitar das águas na tentativa de limpeza do convés.

Não sei que vos diga. São baldes de água fria a mais para dias de verão a menos.

Uma equipa de futebol que decide suar a camisola da selecção tanto como o trabalhador médio Português sua a camisola da sua empresa, um grande grupo económico que usa Angola como território ‘aceitável’ para execução de fraudes e tráfico de influências ‘inaceitáveis’, um governo sombra de si próprio num auto-eclipse que dura há meses e por fim uma luta fraternal pelo lugar de capitão da tripulação alternativa.

Parece não haver escapatória, nem moratória, mesmo reconhecendo-se ser o mais sensato.

Vamos pagar, vamos mirrar, vamos tolerar.

Mal ou bem continuaremos fiéis a esta forma de ser Portugal.

Mas foquemo-nos no bailarico. O PS assume-se como a melhor escola de dança do país. Se queres dançar e não tens par chama o António, se queres dançar e não tens pernas chama os Antónios. Os Antónios são assim tipo gémeos siameses separados ao sufrágio. Apesar de partilharem o mesmo útero suspeita-se que tenham paternidades diferentes, isto se tivermos por base apenas as suas tezes, porque geneticamente é difícil apontar-lhes diferenças. Um aguentou à tona a jangada socialista, o outro refugiou-se em terra firme e diz-se agora mais qualificado para abordagem ao galeão nacional. Os sábios corsários de outrora apoiam agora o homem vindo da Costa, estando o aprendiz de pirata dependente, mas Seguro, do apoio popular que optou por convocar.

E são estas primárias que me dão alguma esperança. A esperança de que surja alguém inesperado, alguém que seja globalmente vilipendiado, alguém que com aparente destrambelho, suba ao pulpito, discurse o não dito pelos adversários e, sem saber bem como, acabe por vencer desmontando o aparelho. Porque estes dois, estes dois são coelhos de uma mesma cartola, meros acessórios dos mesmos ilusionistas que criaram esta falácia estatal.

Estranhamente, apercebo-me que a solução para quebra de ciclo poderá passar por um género de fenómeno Cavaco Silva à socialista.

E agora vou vomitar.

http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/delito-de-opiniao-6136475

 

Europeias 2014

Que celebração, que vitória! A maior força politica nacional, a abstenção, mostrou a sua raça. Esmagadora. Não se trata de rejeição, nem preguiça. É pior. É convicção! Cada um olha pelo seu umbigo e salve-se quem poder. Não é bonito, mas é verdade. Não escolhem mas elegem. Serão 21 deputados. Um deles foi eleito com menos de 240.000 votos. Quem é ele? Um empreendedor, está bom de ver: Qual Manuel Sérgio dos dias de hoje, fez aquilo que ninguém faz, observou os números. Compreendeu algo muito simples: Se a maioria não vota, cada voto vale o triplo. Nem necessitou de grande orçamento para campanha. Mal de nós se em vez de representar quem o elegeu, optar como os demais, por se representar a si próprio.

Os verdadeiros resultados. Fonte:  http://www.europeias2014.mai.gov.pt/

Os verdadeiros resultados da europeias 2014
Fonte: http://www.europeias2014.mai.gov.pt/

Os “vencedores” de ontem obtiveram o voto de 10% dos inscritos, e os “derrotados mas pouco”, 9%. Fascinante não é? Os partidos do regime, representarão um quinto dos eleitores (20%). Claro que juntos elegeram mais de metade dos deputados ao parlamento Europeu. Não é bom? É óptimo… Talvez seja o início do fim da hipocrisia, da diferença fingida, da alternância sem mudança. Os apelos de sua excelência, el Rey de Boliqueime serão finalmente ouvidos. Pacto de regime, união entre todos, pois de outra forma não existirão maiorias absolutas nas próximas legislativas. Clarificador. Eu por mim, mantenho o apelo à “dictadura”.

O que dizer das mais de 250.000 pessoas que se deslocaram às respectivas assembleias de voto para anularem o dito, ou o entregarem em branco? Agradeço o seu gesto, simbólico mas pleno de significado. Foram lá. Graças à lei eleitoral, também eles engrossaram as fileiras da força oculta, dessa vontade não expressa que é a abstenção, imponente que sem ambiguidade disse: está tudo bem, façam como entenderem. Eles agradecem. Assim farão.

Tachada inqualificavelmente típica

tacho  (origem obscura)

substantivo masculino

Utensílio de cozinha, geralmente metálico, pouco fundo e com asas, usado para cozinhar ao lume.

[Informal]  Emprego rendoso; colocação que dá regalias e bom salário. = CONEZIA, MAMA, PREBENDA, SINECURA, TETA,

“tacho”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Hoje é dia de dar largas à imaginação na cozinha. Decidi fazer uma pratada tradicional portuguesa como uma boa desculpa para juntar 10 milhões de pessoas à mesa e servir um tacho.

Ingredientes:

  • 1 Cebola grande
  • 2 Tomates maduros
  • 4 Dentes de alho
  • 1 Batata média;
  • 2 Molhos de espigos
  • 2 Colheres de sopa de mostarda
  • 1 Coelho
  • 1 Cravinho
  • 1 Copo de vinho tinto

Preparação:

  • Picar a cebola bem picadinha até estar em prantos;
  • Cobrir de azeite o fundo de um tacho (com tampa), juntar a cebola picada e deixar refogar;
  • Não cortar os tomates. Guardá-los para uma próxima manifestação em frente à Assembleia. Podem vir a ser úteis;
  • Usar o alho para afugentar os maus espíritos;
  • Lavar bem os espigos e cortá-los em pedaços;
  • Juntar os espigos, envolver bem e deixar suar;
  • Colocar a batata em água a ferver. Quando estiver quente… passar ao próximo;
  • Cortar o putativo líder em pedaços pequenos e adicionar mostarda até lhe subir ao nariz;
  • Deixar cozinhar 4 anos com tampa em lume médio.
    tacho

Et voilá! Sirva um prato inqualificavelmente típico, cheio de portugalidade. Sirva com um cravinho de 40 anos e um copo de vinho de tinto.

 

E se começasse a funcionar o Povocíonio… o verdadeiro!

empregoE se um dia as coisas fossem mesmo assim…

Mais uma vez vem a cena a obrigatoriedade de voto, curioso ou não á porta de mais umas eleições, parece que o modelo está até a ganhar adeptos, ou pelo menos a reavivar-lhes a memória.

A ideia não é descabida de todo, tanto não o é, que existem países a aplicar esta prática.
Pode até ser uma ideia mirabolante, mas se acompanhada de normativos transparentes da gestão partidária seria benéfica, caso contrário estarão novamente com meiguice a circundar o problema sem ir ao cerne da questão.

Para a generalidade, possivelmente uma alteração proveitosa e não tão estranha como ao início possa parecer. Certamente que uma grande maioria dos recenseados são pais e como tal já se habituaram a uma nomenclatura similar que é o Paitrocínio, largamente aplicado numa infinidade de pequenos clubes e colectividades em que os seus petizes praticam desporto.

O paitrocína os treinos porque custam dinheiro, os equipamentos porque são caros, pagando assim para fazer publicidade, as deslocações porque são onerosas e por aí fora…. Almejando que um dia os catraios tendo jeito, se apaixonem pela modalidade e quem sabe mais tarde ter a sorte de terem sucesso e serem miseravelmente compensados por engrandecer o nome da nação cá dentro e lá fora, sim porque os Ronaldos são uma ínfima percentagem dos desportistas. Tempos houvera que não era assim provavelmente nos tais, que agora nos dizem, “Vivíamos acima das nossas possibilidades”.

Ora quem equaciona a obrigatoriedade de voto, quase sempre “á margem” de qualquer coisa, fá-lo também pela rama da coisa, dizendo que “… pelo menos nas legislativas”, evitando comentários opositores. Realmente o que se pretende é que com isso se aumentem as receitas directas aos partidos, porque cada voto vale dinheiro.

Morreriam assim as subvenções partidárias e as suas veementes oposições, digamos que desta forma era tudo mais simples, “voto obrigatório, dinheiro em caixa”!
Sobejamente sabido é que todos os actos eleitorais estão intrinsecamente relacionados com as forças politicas, assim sendo, demagogias á parte podem mesmo ser obrigatórios os votantes em todas as idas às urnas.

Cada cidadão quando lhe é dado o título de eleitor, passaria também desde de que empregado, voluntariamente e ser obrigado a filiar-se partidariamente, porém sem direito a período de fidelização. Pagaria uma cota mensalmente de 1 euro, imaginem só o dinheirão que não é 1 euro mensal por cada eleitor, sendo que para o próprio é pouco mais que uma bica. Assim fosse e a melhoria seria significativa, a preocupação primária seria levar os níveis de desemprego a mínimos históricos…

Em números actuais seriam bem mais de 500 mil euros em receitas mensais!

A obrigatória promiscuidade de muitos deixaria de fazer sentido acabando o medo das represálias, ficaria sabedor da cor do chefe ou do vizinho sem preconceitos. Liberdade total dispondo da mesma facilidade de quem ele elege. Todos passariam a parafrasear a velha máxima até agora exclusiva desses círculos, “O que ontem era verdade, hoje deixou de o ser”… Mudei!
Seria até um brio exibir o recibo de salário aos amigos dizendo, tás a ver aqui abaixo do desconto para o sindicato… Este mês patrocinei o meu partido!

O eleitor faltoso, ficaria voluntariamente obrigado e pagar uma coima em caso de falta injustificada. Como ninguém gosta da faltar ao acto sabendo que este até já custou uns cobres, lá iriam firmes e hirtos. Os aparelhos partidários passariam finalmente a ser possuidores da tão pedida transparência, oferecendo os serviços por um valor fixo e como na maioria dos restantes casos.

Ganha, quem melhor serve o freguês.patrocinio

Lista de mentiras que seriam um mimo se fossem verdade:

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  1. Cavaco Silva lembra-se que é Presidente da República.
  2. Passos Coelho é preso por roubar velhinhos.
  3. O Sócrates agrafou a boca.
  4. Paulo Portas assume irrevogável homossexualidade.
  5. Assunção Esteves esconde-se.
  6. Miguel Relvas vai à Universidade.
  7. O desertor, Durão Barroso, não é candidato às Presidenciais.
  8. O Governo já começou a tomar medidas para prevenir os fogos florestais.
  9. O Mundial do Brasil vai correr bem. Sem assaltos nem mortes.
  10. Os estágios não remunerados foram abolidos.
  11. Bruno de Carvalho, Presidente do Sporting, decide internar-se.
  12. Gente trajada ganha tin-tins e decide falar.
  13. O Michael Jackson está vivo.
  14. O filme “Sei Lá”, baseado no livro de Margarida Rebelo Pinto, com o mesmo título sai do cinema antes de estrear.
  15. A Primavera perde a vergonha.

Portugal, país más grande que qualquer outro

Portugal, país más grande que qualquer outro
hoje e sempre será a mais altíssima e mais viçosa folha de Outono
Seus terrenos pantanosos, pretensamente estéreis
são na verdade mui férteis, neles germinando multi-variados tributos onerosos
Tão necessários à sobrevivência da mais alta finesse
A única capaz de garantir a navegação na maionese

Foi-se o tempo em que, fracos, caíamos como Tordos
Agora voamos! Emigramos mais ou menos tortos
Trocámos o mandar da toalha ao chão pelo bilhete de avião
Operamos a mudança com vuuuuuuuuuuuuuuuum em vez de PUM PUM PUM!

Fiéis à raiz da nossa democracia ainda cravamos
Notas, moedas d’oiro e cobre, muitos centavos cascalhos
Ser bom português não implica cantar um fado
Ser bom português é não dar despesa ao estado

Hoje poucos sabem o que é ter o prazer de viver até morrer
Talvez por isso vos foda a cabeça em tons de escárnio e mal-dizer

Essa cambada de filhos da tuta e meia
Vendem Portugal ao desbarato como quem bons ventos semeia

Quem nos governa?
É merda

Repito

QUEM NOS GOVERNA?
É MERDA!

Merda, merda, MERDA

Sem um pingo de carácter nem espinha dorsal
Merda desnutrida que não alimenta mosca nem besouro
Só capaz de montar um privado arraial
em torno do real e público tesouro

Gaspar a mascote que cá esteve ronronar e vai agora FMIar, é sério, não é trote
Relvas o homem só que nenhum cão quer ver sobre o seu cócó
Manchete o malade de la tête perdido nalguma secreta enquête
Poiares Maduro o literário que nada vale sem o seu fundo comunitário
Aguiar Branco o das forças armadas que busca estaleiro capaz de blindar decisões às forças amadas
Crato o educador de aço, utilizador de balas educadas, revestidas a amianto, na prática do tiro ao prato, não sabendo o que fazer com os cacos do seu estilhaço
Portas e seus mercados, mestre da distribuição de recados
Passos Coelho o unificador, está para a boa esperança como o famigerado Adamastor
Cavaco em agonia, o erradicador do cheiro a sovaco, saudosista da sua própria antagonia

N outras cousas ao estilo BPN
Alto! Banqueiros não! Assim reza a prescrição

Quem nos desgoverna?
Profissionais da política
Arautos da chama Olímpica
Executores de pancadas paralíticas
Gente semítica, raquítica, Excel analítica

Portugal, país más grande que qualquer outro
Queira o seu povo matar o polvo
Coragem ou viagem
vuuuuuuuuuuuuuuuuuuum